
Feliz 2010 a todos, saúde, paz e uma boa bebida para acompanhar.

Feliz 2010 a todos, saúde, paz e uma boa bebida para acompanhar.

Tivemos diversos produtos novos chegando ao mercado em 2009. Resolvi escolher como o destilado do ano o Royal Salute 38 anos Stone of Destiny por dois motivos; o primeiro tem a ver com a idade, afinal não é todo dia que encontramos um produto de 38 anos disponível no mercado, o segundo tem a ver com acreditar no mercado de destilados brasileiro. A Pernod Ricard (importadora e distribuidora) selecionou o Brasil como um dos países que irá receber o whisky com frequência.

Aproveitando as festas de final de ano, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) lançou uma cartilha super explicativa sobre espumantes. Com o nome “Nem tudo que borbulha é espumante”, a cartilha ensina o leitor a diferenciar espumante, sidra, frisante, etc.
Além de classificar as bebidas, a cartilha ensina os métodos de produção de cada uma com uma linguagem muito simples e dinâmica. Também aprendemos como identificar cada bebida no super mercado, onde fica cada informação no rótulo, etc.
A cartilha faz um alerta importante e básico, apesar de nem sempre compreendido até por publicações especializadas no assunto. Só há dois tipos de espumantes, o espumante e o moscatel espumante. E os outros? Os outros não são espumante. “Bolinhas não são sinônimo de espumante”.
Para você que tem dúvidas, ou para você que está curioso, clique no link abaixo para fazer o download da cartilha! Boa leitura!
Nesta época de festas esqueça os tradicionais espumantes e champagnes. Que tal um brinde com uma ótima cerveja?
Vale a pena experimentar (e brindar) com as cervejas Malheur que recentemente chegaram ao mercado brasileiro. A Malheur é produzida na Bélgica e foi a primeira a produzir uma bière brut (cerveja feita pelo processo champenoise) e é a única a produzir uma dark brut no mundo até hoje. As cervejas Malheur são todas ales (alta fermentação), vivas e refermentadas na garrafa, ou seja, os fermentos continuam vivos após o engarrafamento. Portanto, seus sabores evoluem com o tempo. Não contém glúten e são produzidas utilizando-se flores de lúpulo in natura. Existem seis rótulos na cervejaria: Malheur 6°, Malheur 10°, Malheur 12°, Malheur Brut e a sazonal Malheur Dark Brut. Somente em 2010, a Malheur Cuvée Royale, também sazonal, chega ao Brasil.
As mais cobiçadas e inusitadas são as do estilo Brut, produzidas através do método original champenoise, o mesmo utilizado para a produção de champagne. Estas cervejas são feitas na cervejaria, na Bélgica, mas passam pela segunda fermentação e processo de rémuage em Epernay, na França. No total, o processo leva de 5 a 6 meses. Somente três cervejas deste estilo são conhecidas no mundo, mas o mestre-cervejeiro da Malheur, Luc Verhaeghe, foi o que desenvolveu em 2001 essa técnica sem precedentes a partir de várias visitas à região de Champagne, onde estudou os métodos de produção e, principalmente, de condicionamento de garrafas lá utilizados.
As cervejas disponíveis no mercado nacional são:
Malheur 10° - 10% de teor alcoólico – preço médio de 330ml (R$ 30,00) / 750ml (R$ 60,00)
Malheur 12° - 12% de teor alcoólico – preço médio de 330ml (R$ 35,00) / 750ml (R$ 65,00)
Malheur Brut – 11% de teor alcoólico - a partir de R$ 180,00
Malheur Dark Brut – 12% de teor alcoólico - a partir de R$ 180,00
Onde encontrar - Importadora Tarantino: 11-3093-0916

Ontem tive a oportunidade de provar uma cachaça muito boa, a Jacuba Ouro, produzida em Coronel Xavier Chaves, Minas Gerais. Casualmente a versão Prata foi uma das ganhadoras do 1º. Concurso de Cachaças de Minas (veja o texto publicado no dia 17 logo abaixo deste post).
Jacuba vem do tupi guarani, e significa água quente. Também é o nome de um pirão de farinha de mandioca, cachaça, açúcar e mel. Um revigorante ao qual, dizem, os antigos mateiros que exploravam nossas terras recorriam para criar as forças sobre-humanas que os ajudavam a enfrentar os desafios das nossas florestas.
A Jacuba Ouro apresenta um bouquet sofisticado direcionada aos apreciadores da cachaça amadeirada. O armazenamento da Jacuba Ouro é feito em tonéis de carvalho por dois anos, deixando a cachaça com um paladar sedutor, moderno e excepcionalmente aveludado se consumida gelada. O rótulo é também um dos mais bonitos do mercado.
Veja mais detalhes no site: http://www.cachacajacuba.com.br/

Para quem já cansou dos tradicionais gelos quadrados a empresa americana de design Fred & Friends tem formas de tudo quanto é tipo para deixar o whisky menos quadrado. O cool jazz (US$ 7,50 ) é um tipo de picolé em forma de guitarra para você gelar o whisky e mexê-lo com o cabo de madeira. O citrus sippers (US$ 8 ) é parecido, mas o cabo é um canudinho que carrega três gelos em forma de rodelas de limão. Já os cool shooters são formas que fazem copos de gelo (US$ 6,47 ), para você beber whisky caubói e geladinho.
Onde encontrar: www.amazon.com ou http://www.worldwidefred.com/products.htm

A importadora Bier & Wein que atua desde 1993 importando cervejas especiais como a La Trappe, Urthel, Unibroue, Palm, Boon, Hofbrau e a Erdinger (cerveja de trigo mais vendida no país) lançou sua própria marca de cerveja.
Chamada de Paulistânia, ela será encontrada com 12 rótulos diferentes, reproduzindo fotos antigas de locais importantes na cidade de São Paulo. Nesta primeira edição de rótulos, foram selecionadas imagens antigas, incluindo algumas inéditas da cidade de São Paulo, do acervo da Agência Estado que conta com uma impressionante coleção histórica da cidade. O conjunto com todos os rótulos desta primeira edição da Paulistânia pode ser visto acessando o site da cerveja: www.cervejapaulistania.com.br.
A receita da Bier & Wein foi produzida sob licença, no interior de São Paulo (Cândido Mota), pela cervejaria Casa Di Conti. A Paulistânia é uma Pale Lager com teor alcoólico de 4,8% e pode ser encontrada em garrafas de 600ml. O preço é de R$ 7.90 em bares e restaurantes e R$ 4.90 em pontos de auto-serviço e lojas. Para Janeiro também estará disponível a versão chope.
Veja abaixo o artigo publicado no jornal Folha de São Paulo de sexta-feira passada (dia 18) que trata do mercado de cervejas no Brasil. O autor Rogério Cezar de Cerqueira Leite trata de forma lúcida o que é infelizmente o mercado de cervejas no Brasil.
TENDÊNCIAS/DEBATES
A cerveja: bebendo gato por lebre
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE
É inexplicável que sejam tão omissas as autoridades brasileiras quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo
O BRASIL é o quarto maior produtor de cerveja, com pouco mais de 10 bilhões de litros por ano. A China é o maior de todos, com 35 bilhões, e os EUA são o segundo, com 24 bilhões. A Alemanha vem em terceiro, com uma produção apenas 5% maior que a brasileira.
Para continuar lendo o artigo clique no link
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1812200909.htm
Acompanhe abaixo a réplica ao artigo acima publicada no dia 30 de Dezembro de 2009
A cerveja e o orgulho de quem faz o melhor
SILVIO LUIZ REICHERT
A indústria brasileira de cerveja zela pela qualidade de seu produto. Ela sabe que seu consumidor é exigente e tem muito bom gosto

Ontem a noite atendendo a um convite da Lourdes Hernández e de Hugo Delgado do restaurante Obá estive na casa da Lourdes para uma degustação dirigida de Mezcal.
Mezcal ou mescal é uma bebida alcoólica destilada, tal como a tequila, produzida com agave (tambem conhecido como maguey). O mezcal diferencia-se da tequila por ser uma bebida mais “rústica”, produzida em pequenas quantidades contra a produção quase industrial e em larga escala da Tequila. O mezcal não está enquadrado nas normas do governo mexicano que regula toda a produção da tequila. Desta forma, para ser um mezcal, não é necessário ser produzido à partir do Agave Azul e nem estar dentro da área delimitada para a produção da tequila.
Durante a degustação conduzida por Mayra Crsothwaytt, Vice-presidenta Comercial da Asociación Pro-Cultural de Mezcal provamos seis Mezcais diferentes:
Raicilla El Real (produzida com o Agave Inaequidens em Jalisco) com 36º. GL
Jaral de Berrio (produzida com o Agave Salmiana em Guanajuato) com 36º. GL
Mistique Reposado (produzido com o Agave Augustifolia em Oaxaca) com 40º. GL
Mistique (produzido com o Agave Augustifolia em Oaxaca) com 40º. GL
Nauyaca (produzido com o Agave Cupreata em Guerrero) com 40º. GL
Tlacuache (produzido com o Agave Augustifolia em Oaxaca) com 40º. GL
Cada um deles com suas características predominantes, aromáticos, suaves e frutados.
Em breve estes mezcais estarão a venda no mercado por conta do empresário brasileiro Carlos Werneck, apaixonado pela cultura e bebidas mexicanas, e que foi o responsável pela introdução das tequilas Herradura e El Jimador no Brasil.

O 1º Concurso Cachaça de Minas realizado na última quarta-feira, 9/12, em Belo Horizonte, premiou a qualidade de 14 marcas mineiras da bebida. Realizado pela Federação Nacional dos Produtores de Cachaça de Alambique (Fenaca), com apoio do Governo do Estado, Sebra-MG e Betotur (Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte) sob a coordenação da Universidade Federal São João Del Rey (UFSJ), a premiação foi dividida em três categorias: “Nova/descansada”, “Armazenada/envelhecida” e “Premium”.
As vencedoras do 1º ao quinto lugar de cada modalidade receberam a medalha de mérito da qualidade com a qual poderão identificar as embalagens durante um ano, período de validade do concurso.
As vencedoras por categoria são:
Cachaça branca/Nova
1º Diva – Divinópolis
2º Lucas Batista – Itabirito
3º Monte Alvão – Itatiaiuçu
4º Jacuba – Coronel Xavier Chaves
5º Mandacaru – João Pinheiro
Cachaça envelhecida/Armazenada
1º Pirapora – Pirapora
2º Branquinha de Minas – Claro dos Poções
3º Engenho doce – Passa Quatro
4º Prazer de Minas – Esmeraldas
5º Bueno Brandão – Bueno Brandão
Cachaça Premium
1º Áurea Custódio – Ribeirão das Neves
2º Topázio – Entre Rios de Minas
3º Prazer de Minas- Esmeraldas
4º Rainha das Gerais – Curvelo
O 1º Concurso de Cachaça de Minas foi o primeiro no país a ser realizado com bases técnico-científicas no país. Aberto a todas as cachaças de alambique registradas em Minas Gerais, 66 marcas de 52 empresas concorreram no universo de 280 comercializadas regularmente no estado. O 2º concurso está marcado, em 2010, no Paraná.

Todo mundo sempre tem um flash drive USB no bolso não é verdade? O que ele faz alem de levar seus arquivos? O novo flash drive TrekStor USB também funciona como abridor de garrafas. Ele tem modelos de 1 GB até 8 GB, e é perfeito para abrir aquela garrafa de cerveja que está te esperando na geladeira. Onde encontrar:
http://www.trekstor.de/en/products/detail_usb.php?pid=12&cat=0

Esse é o produto ideal para o verão que está chegando. Uma máquina que gela a cerveja (ou refrigerante) em apenas 90 segundos. O sistema é bem simples: uma caixa com gelo e uma alavanca que roda o interior da máquina. É só rodar a alavanca durante 1 minuto e meio para tomar uma deliciosa cerveja bem geladinha. O gelador de cerveja está sendo vendido no Japão por ¥ 1.365 (R$26).
Os alambiques mineiros, representados por 52 empresas e 66 marcas, participam amanhã, dia 09, do 1º Concurso Cachaça de Minas, concorrendo ao título de melhor cachaça mineira. O Estado é responsável hoje pela produção de 260 milhões de litros da bebida por ano, o que corresponde a 60% de toda a cachaça de alambique originada no País.
O concurso, promovido pela Federação Nacional dos Produtores de Cachaça de Alambique (Fenaca), vai premiar com a medalha de mérito da qualidade as vencedoras nas categorias “Nova/descansada”, “Armazenada/envelhecida” e “Premium”. As cinco melhores cachaças de cada categoria poderão identificar suas garrafas com a medalha durante um ano, período de validade do concurso.
Os concorrentes serão avaliados por um júri composto por representantes da Universidade Federal do Paraná, responsável pela avaliação de cheiro e sabor da bebida; pela Fundação do Centro Tecnológico de Minas Gerais, que irá analisar o aspecto físico-químico; e pela Universidade do Estado de Minas Gerais, que escolherá o rótulo e garrafa mais bonitos. Por fim, as cachaças concorrentes serão degustadas por um grupo de apreciadores, que também terão direito a voto. Para conhecer as empresas e marcas concorrentes, acesse o site http://www.dacaf.com.br

Esta semana tive a oportunidade de provar as cervejas inglesas Batemans que chegaram ao Brasil a pouco tempo. A cervejaria Batemans surgiu em 1874, quando George e Suzanna Bateman decidiram vender sua fazenda e comprar uma pequena cervejaria em Wainfleet/Lincolnshire na Inglaterra. A Batemans ainda é uma cervejaria familiar, liderada por Stuart e Jaclyn Bateman e produz sete tipos de cerveja.
As cervejas que estão disponíveis no mercado são:
Batemans Combined Harvest - É fabricada com uma mistura de maltes: aveia, centeio, trigo e cevada. Sua coloração é dourada e seu sabor floral inicialmente é adocicado com um final amargo. Estilo English Pale Ale - 500ml – 4,7% de graduação alcoólica.
Cerveja Batemans XXXB - A Batemans XXXB apresenta uma coloração bronze e seu aroma é maltado, com um toque frutado. Seu sabor tem toques cítricos, de lúpulo e de malte. A Batemans XXXB ganhou por 5 vezes o prêmio de “Melhor Ale Inglesa” pelo CAMRA (Associação dos Produtores de Cervejas). Estilo - Strong/Premium Bitter (ESB) - 500ml – 4,8% de graduação alcoólica.
Batemans Dark Lord –Cerveja de coloração rubi escura que utiliza malte torrado em sua fabricação. Apresenta aroma do lúpulo, grãos torrados e frutas cítricas. No paladar predomina o sabor torrado do malte, equilibrado com o lúpulo e com frutas. Estilo - English Dark Mild Ale - 500ml – 5,0% de graduação alcoólica.
Batemans Victory Ale - Cerveja de coloração clara seu aroma é predominantemente frutado com um paladar de malte e uma delicada nota de lúpulo. Seu final é longo e complexo, com notas de frutas, malte e lúpulo. A Batemans Victory Ale é produzida em comemoração dos 200 anos da Batalha de Trafalgar. Estilo - English Pale Ale - 500ml – 6,0% de graduação alcoólica.

Uma equipe de arqueólogos da Nova Zelândia irá em janeiro de 2010 realizar uma expedição para recuperar duas caixas de whisky vintage McKinlay que o explorador Ernest Shackleton teria deixado para trás em 1909, no final de uma mal sucedida expedição à Antártica. A Whyte & Mackay, que detém a McKinlay, pediu a equipe para ficar com algumas garrafas do whisky histórico.
Apenas algumas garrafas ou mesmo uma pequena porção do whisky poderá
ficar com a Whyte & Mackay, já que o Tratado da Antártica, que protege o patrimônio histórico da área, estipula que as garrafas restantes deverão permanecer no local, após serem restauradas. Para não danificar as garrafas ao retirá-las do gelo, serão utilizadas ferramentas especiais para desenterrar este autêntico tesouro.
A expedição polar de 1909, em que Ernest Shackleton pretendia ser o primeiro a alcançar o Pólo Sul, não terminou em sucesso, mas as caixas de whisky que Shackleton levara continuam enterradas no gelo, perto da cabana do grupo de exploradores.
O master blender da Whyte & Mackay, Richard Paterson, considera que o whisky poderá estar perfeitamente conservado após 100 anos no gelo, e planeia mesmo replicá-lo, caso consiga uma amostra, de forma a pô-lo de novo à venda.

No próximo sábado (dia 19 de dezembro) acontece um evento um tanto inusitado. A 4ª. Edição do Drink & Run, uma maratona para os apreciadores da cerveja.
A corrida que tem sete quilômetros começa às 17h pontualmente no Bar Pracinha – Rua Brás Cardoso, 342 e termina por volta das 19h no Bar Piove – Rua Jerônimo da Veiga, 75. São 6 bares no total e em cada um o corredor tem que tomar um chopp no mínimo. Tem até kit ressaca no pacote que custa R$ 200,00.
Não há vencedor, mas o maior desafio é chegar sóbrio no fim da corrida. Para participar é preciso ter mais de 18 anos e um fígado em bom estado.
Inscrições em breve no site http://www.drink-run.com/
Johnnie Walker Blue Label, o mais raro blend da família Walker, se uniu a um dos designers de artigos de couro mais cobiçados da Europa para lançar uma exclusiva coleção de malas de viagem para homens que chega ao Brasil neste Natal. A Johnnie Walker Blue Label by Bill Amberg Studio celebra os valores do produto artesanal, da alta qualidade e da raridade que essas duas marcas icônicas compartilham.
O ponto alto da coleção é a mala “Weekender”, combinação perfeita do estilo tradicional com a funcionalidade contemporânea. É ideal para um final de semana elegante na praia ou no campo. Somente 350 malas do modelo Johnnie Walker Blue Label Weekender, todas numeradas, foram produzidas no mundo, e o Brasil recebeu apenas cinco unidades. Produzida em couro ultra macio de novilho e forrada em tecido 100% algodão, ela conta com um charme extra: um compartimento destacável que o designer criou especialmente para carregar uma garrafa de Johnnie Walker Blue Label. Esse super presente, que já vem com uma garrafa do blend mais raro da família Walker, chega ao mercado brasileiro por R$ 3.200 mil.
A Weekender foi feita artesanalmente com o melhor couro e atenção aos detalhes para criar uma peça com estilo atemporal. O segundo modelo, que também já vem devidamente acompanhado de uma garrafa de Johnnie Walker Blue Label é a mala Overnighter. Produzida em couro azul-marinho, tem o tamanho ideal para uma viagem curta e conta com um compartimento especial para sapatos.
Serviço
Preço: R$ 3.200 (modelo “Weekender”) e R$ 1.000 (modelo “Overnighter”)
Onde encontrar (pontos de venda com opção de gravação na garrafa):
São Paulo: Cia dos Vinhos, Cia do Whisky, Emporio Vip, La Rioja, Metapunto, Varanda,Emporio Frei Caneca, Emporio Dinis, Galeria dos Pães, Vignamazzi, Casa Lisboa, Biesky, Licquor Store, Net Drinks, Emporio Santa Maria, Empório Mercantil, Santa Luzia
Ribeirão Preto: Armazem Geral, Museu da Gula
Informações sobre outros pontos de venda: SAC Diageo: 0800 704 7200
Alan Greig nasceu no nordeste da Escócia. Atua na destilaria Chivas Brothers desde 1971 e iniciou sua carreira trabalhando na Strathisla Distillery, casa de Chivas Regal. Com a experiência adquirida na produção de whiskies escoceses, foi nomeado Gerente de Operações responsável pela maturação extensiva da Companhia e de mistura de recursos em Speyside.
Durante todos os anos de atuação na destilaria, Alan esteve estreitamente envolvido na produção de Chivas Regal e de outras marcas da destilaria, quando desenvolveu um profundo conhecimento dos rigorosos métodos para produção de um whisky de alta qualidade. Hoje, como Diretor de Marcas, Alan é responsável por propagar a história da família Chivas Brothers e de seus whiskies escoceses famosos em todo o mundo. Alan acredita firmemente que essas mensagens devem ser entregues com a paixão e o compromisso que ele pessoalmente sente por Chivas Brothers e suas marcas.
Alan Greig é reconhecido como um dos melhores comunicadores no negócio e, em 2001, foi incluído como um “Keeper of the Quaich ‘, sociedade de whisky de maior prestígio da Escócia, em reconhecimento à sua contribuição para o reforço da notoriedade do whisky escocês dentro e fora da Escócia.
Durante sua passagem por São Paulo para o lançamento do Royal Salute 38 anos – Stone of Destiny respondeu a 3 perguntas básicas para os apreciadores de whisky.
Na sua opinião qual é um bom whisky para quem esta começando?
Eu sugiro que se comece com um blended whisky, pois ele não tem a intensidade de sabores de um single malt. Uma boa opção é o Chivas Regal 12 years.
Qual é o copo perfeito para se apreciar um bom whisky?
O ideal é um copo de cristal se possível do tipo utilizado para Jerez, pois facilita a percepção de aromas e o álcool não se perde como nos copos de whisky tradicionais.
E a utilização de gelo no whisky?
Depende de onde você está, na Escócia eu nunca coloco gelo no meu whisky, mas em uma país tropical como o Brasil não vejo problema nenhum desde que a fonte de água seja a melhor possível.
O Royal Salute 38 anos Stone of Destiny é uma edição produzida em pequenas quantidades. Seu nome foi inspirado em um dos mais importantes símbolos de poder da Escócia a legendária Stone of Destiny, pedra que tem sido reverenciada por séculos como uma relíquia sagrada, disputada por nações e usada pelos monarcas da Grã Bretanha como parte importante das cerimônias de coroação. A garrafa de Royal Salute 38 anos é de porcelana, com efeito, de granito, fabricado a mão, e carrega uma insígnia folheada em ouro 24 quilates. A tampa também é folheada a ouro e foi inspirada na empunhadura de antigas espadas escocesas, uma lembrança da história medieval da Escócia.
O motivo deste whisky ter 38 anos leva em consideração a analise dos estoques de barris da companhia Chivas Brothers.
Por conta da disponibilidade de barris com esta idade é possível manter o fornecimento do whisky por um longo período e não apenas como uma quantidade limitada de garrafas.
Resultado do processo artesanal de produção o Royal Salute 38 anos é um whisky suntuoso e encorpado com notas ricas de cedro e amêndoa moída, com um toque de carvalho e xerez. No paladar persiste uma sensação forte e picante de frutas secas. O Brasil irá receber 100 garrafas que estarão disponíveis apenas em São Paulo, Ribeirão Preto e Brasília a um preço de R$ 3.500,00 cada.

Como reconhecimento do coroamento da rainha Elizabeth II, a Chivas Brothers lançou no mercado em 1953 o whisky Royal Salute. Envelhecido em barris de carvalho por no mínimo 21 anos, é considerado o melhor da arte em destilar o whisky escocês. A sua criação é uma peça de colecionador, cujo valor é acrescentado pelo seu reduzido número. O nome Royal Salute vem da tradição da Real Marinha inglesa na qual dois navios de guerra, ao se encontrarem, disparavam todos os seus canhões num
gesto de respeito e intenção de paz. Este ato evoluiu para uma salva de 21 tiros em homenagem à realeza e aos grandes estadistas. Hoje em dia o Royal Salute é objeto de desejo das pessoas bem sucedidas em todo mundo. Em 2002, o Royal Salute ganhou o troféu por ser o melhor blended whisky no International Wine and Spirits Competition e no International Spirits Challenge. Royal Salute pode ser encontrado em garrafas de porcelanas nas cores Vinho, Verde ou Azul que são verdadeiras peças de coleção. O preço médio da garrafa com 700ml é de R$ 750,00.
Chega ao mercado a cachaça Nega Fulo Ipê para se juntar a Fulô Carvalho e Jequitibá. As cachaças Fulô são bidestiladas em alambiques de cobre na Fazenda Soledade, em Nova Friburgo, Rio de Janeiro.
O aroma da Fulô Ipê revela equilíbrio e destaca a suavidade. Ideal para ser bebida pura ou em caipirinhas de lima-da-pérsia e de frutas exóticas delicadas, a nova cachaça combina com queijos, patês e nozes.
Cada cachaça Fulô apresenta características próprias, conferidas pelas madeiras em que são envelhecidas. A Nêga Fulô Carvalho é envelhecida na madeira utilizada tradicionalmente na produção de bebidas nobres em todo o mundo, incluindo whisky, cognac, bourbon e rum. Destaca-se pelo paladar clássico e rústico, que proporciona sensação suave e longa ao ser degustada. O aroma leve sugere notas bem equilibradas de baunilha e amêndoa.Já a Fulô Jequitibá apresenta um sabor envolvente e levemente rústico, sendo a cachaça mais neutra da linha. A madeira jequitibá permite que o sabor original da cana se destaque e adiciona aroma fresco e limpo, além de sabores delicados, com toques cítricos e notas minerais.
A produção das cachaças Fulô é realizada de modo sustentável. Toda a água utilizada vem de nascentes próprias e é devolvida para a natureza depois de ser tratada.
Fulô Ipê
Madeira: Ipê
Tempo de envelhecimento: 18 meses
Tamanho dos tonéis : 10 mil litros
Sabores e aromas: suave e arredondado, com toques minerais e de tabaco e damasco
Caipirinhas: frutas exóticas delicadas, como a caipirinha de figo com água de coco
Harmonização: queijos, patês e nozes
Graduação Alcoólica - 38% vol.
Preço Sugerido garrafa 750ml - R$ 39,90
Como já é de costume, todos os anos o Caderno Paladar do jornal O Estado de São Paulo, elege os melhores pratos e restaurantes da cidade em diversas categorias. Este ano a premiação também contou com a categoria de Produto do Ano onde a cerveja artesanal ganhou destaque merecido.
As cervejarias escolhidas para representar o prêmio foram a Cervejaria Bamberg, Colorado e Falke Bier. Todas cervejarias artesanais nacionais que mantém sua qualidade e sabor inigualável em todas as cervejas.
A Cervejaria Bamberg produziu sua primeira pilsen em 2006 e em pouco tempo recebeu o prêmio de Melhor Cerveja Pilsen Artesanal do país no caderno Paladar. Hoje a microcervejaria de Votorantin produz oito rótulos diferentes de cervejas e conta também com prêmios internacionais, como a medalha de prata no European Beer Star 2009, com a cerveja Rauchbier.
A Cervejaria Colorado, fundada em 1995, abusa da criatividade brasileira, utilizando mandioca, mel, rapadura e café em suas fórmulas, o que lhe rendeu vários prêmios como cerveja do ano em 2007 e 2008 pela revista Prazeres da Mesa e medalha de ouro no European Beer Star 2008.
A Cervejaria Falke Bier, desde sua inauguração em 2004 busca produzir cervejas como uma paixão e por isso é responsável pela produção de cervejas como a Tripel Monasterium, premiada com o Tecnobebida Award 2008, é também a cervejaria licenciada pelo Instituto Estrada Real.
Para as microcervejarias, este prêmio deixa claro que o trabalho feito ao longo do tempo está sendo valorizado, e que a qualidade das cervejas está em primeiro lugar.
Pessoal peço desculpas públicas ao Marcello Vasconcellos e a Grey Goose pela grande falha em não ter postado antes o resultado do 1º. Campeonato com a Vodka Grey Goose. O concurso aconteceu no dia 26 de Outubro e foi resultado de oito meses de seletivas em diversas capitais com mais de 150 concorrentes. Para a final ficaram sete bartenders de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. O vencedor foi o drink do Marcello Vasconcellos do restaurante Kaá de São Paulo. Seu Lótus Martini leva lichia e grapefruit. Confira a receita abaixo.
LÓTUS MARTINI
Receita
1 dose (50ml) de Grey Goose La Poire
1 dose de Creme de lichia com aroma de rosas
¼ de grapefruit (fruta)
2 borrifadas de Aperol
Modo de preparo
Macere 1/4 de Grapefruit fresco sem a casca em uma coqueteleira. Adicione a vodka e o creme de lichia e misture com bastante gelo. Em uma taça de Martini bem gelada, borrife o Bitter de Laranja e sirva o coquetel com dupla coagem (Strainer + Peneira).
Finalize o coquetel com uma fatia de Pêra.
Creme de Lichia
Bata no liquidificador 300 Gr de Lichia descascadas para 20ml de Água de Rosas por 2 min.
Cesar Adames é especialista no mercado de tabaco e destilados. É colaborador das revistas Prazeres da Mesa, Go Where, do site www.taste.com.br e do Jornal Vinho & Cia, e jurado do concurso Habanosommelier em Havana, Cuba, durante o Festival del Habano. Como professor da Universidade Anhembi-Morumbi, UCS-ICIF, Senac e da IBA-International Bartenders Association, é responsável pela disciplina Charutos & Bebidas. Para contato: cesaradames@uol.com.br ou tel: (11) 3826-6882.